sábado, 24 de março de 2018

#minhacasaresidenciaInCasa coletivo de atuantes-performers recebem no espaço Cultural Casa das Onze Janelas

O Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, do Sistema Integrado de Museus e Memoriais e do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, convida a todas e todos a abertura da Exposição S/ Título - Mostra de Performances com os artistas:

Henrique Montagne
Juliana Bentes
Lucas Gouvêa
Rosilene Cordeiro
Wellington Romário



Coletivo do Projeto #minhacasaresidenciaemcasa (Rosilene Cordeiro, Edilene Rosa, Sol de Sousa, Samily Maria, Andréa Rocha, Erick Mágulas e Wellington Romário)



terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Exposição S/ TÍTULO na Casa das Onze Janelas

O Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, do Sistema Integrado de Museus e Memoriais e do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, convida a todas e todos a abertura da Exposição S/ Título - Mostra de Performances com os artistas:
Henrique Montagne
Juliana Bentes
Lucas Gouvêa
Coletivo do Projeto #minhacasaresidenciaemcasa (Andréa Rocha, Edilene Rosa, Erick Mágulas, Maré Cheia, Rosilene Cordeiro, Sol de Sousa)
Wellington Romário

Abertura: 22 de fevereiro de 2018
As 20 hs
Espaço Cultural Casa das Onze Janelas
Sala Valdir Sarubbi
Periodo Expostivo:
22 de fevereiro a 01 de Abril
Terça a sexta: 10 às 17 hs
Sábado, domingo e feriados: 10 às 14 hs
Dê uma chegada lá que vai ser lacrante! Contamos com sua presença!Ver Mais

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

#MINHACASARESIDENCIA IN CASA



A casa de alguém, suas rotinas domésticas, nossas memórias caseiras. Morada, teto, tenda,  ou L-AR? Teus re/acolhimentos, vossa recepção a nos receber em casa, visitar.. pene(N)entrar. “Na Amazônia não fazemos sala, temos cozinha, pomos cama, fazemos mesa,  trocamos banhos de afetos!”
São questões de toque que nos passar, que nos pensam 2016, o projeto #minhacasaresidencia tem sido espaço/ lugar/ território,  de “ter para onde se ir”, parafraseando, Max Martins, mas também de ficar. Um lugar de ser/ estar/ fazer/ receber/ visitar/ mostrar-se fazendo/ refletir esse #fazendopontocom/ aprender/ redescobrir-SE em meio a, no mundo.

Indagada sobre o que é sua casa, a perform@triz, Rosilene Cordeiro explica: “Apenas minha casa. Só isso, tudo isso! Uma casa é muita coisa! Nada de laboratório, ateliê, garage, studio centro de arte, ilha de edição. Aqui as relações são AO VIVO e a trans-missão é em conexão simultânea na real...e virtual também entende?”.



“Senti que precisava voltar pra casa. Parar em casa, re-aprender a acolher, receber pessoas, atende-las, apenas ficar em casa e as coisas aconteciam. Em casa passo café, durmo, estudo, trabalho,  faço onda, brigo, faço, massagem, perdoo. Jogo conversa fora, cozinho, amo, desejo,  “comidinhas com amor”, experimento sabores, cheiros e toques, adoeço, me cuido, esqueço, me lembro. Apenas vivo. Viver é isso, e isso é gigante, dificílimo e tão simples, sabe? Viver e conviver tem se tornado muito caro, só que aqui a gente se dá de graça, basta chegar. As pessoas chegam e ai tudo já ta rolando e a frequência vibratória fica mais forte. 

Daí penso isso junto com a religiosidade da minha região, dessa parte periférica que rola na urb fora do centro e estudo essas performações como linguagem, Performance. E como arte, já  está de muito bom tamanho. Nunca sei, mas sempre é, foi ou será. Ou nada disso.” (risos!)
Então venha conhecer a projeto, as pessoas, os amigos, os artevistas frequenta-dores/amores deste espaçotempo enredado em açõescolabor@tivas presenciais de alto (e baixos) impacto.



“#Minhacasaresidencia sou eu aprendendo de mim, comigo e em conATOS., com as casas-mundo que estão conosco, no distrito de Icoaraci, e que vai se compartilhar na Casa das Onze Janelas, no período de 22/02 a 01/04/2018. 

É uma forma de visitar-me, no mesmo espaço fora dele experimentando a cidade e suas moradas.

Atuantes-performers IN casa

Andréa Rocha (avó, mãe, atriz/produtora cultural)

Edilene Rosa (mãe, bailarina, atriz, professora, pesquisadora)

Erick Mágulas (filho, bailarino, afro religioso)

Maré Cheia (mãe, filha, dançarina, afro religiosa, pesquisadora)

Rosilene Cordeiro (avó, irmã, atuante-performer, realizadora de cena)

Sol de Sousa (avó, mãe, filha, irmã atriz, professora, pesquisadora)

Seus diletos/as convidados e convidadas... 


quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

“Oficina de Criação Cinematográfica: a cinegrafia como rito” - Mateus Moura e Rosilene Cordeiro



Evento idealizado a partir de atividades de fomento de extensão inclusivas, promovido pelo Nupa (Núcleo de Produção Audiovisual), projeto de extensão coordenado pela professora Ana Lobato, promoveu a “Oficina de Criação Cinematográfica: a cinegrafia como rito”, ministrada por mateus Moura e rosilene Cordeiro.

A mesma ocorreu procurando partir da construção coletiva de uma performance de intervenção pública e de exercícios lúdicos de manipulação das linguagens e liturgias que envolvem o cinema, a música e o corpo, a serem experienciadas em um quintal localizado na periferia da cidade e numa praia no distrito de icoaraci, em Belém Pará, mesmo território onde o trabalho formativo se dá.

Durante cinco dias os participantes vivenciaram técnicas de planejamento de filmagem, cinegrafia e edição, além de encontros com o corpo, os espíritos e fundamentos ancestrais segundo praticas culturais cotidianas de vida entre quintal e a rua, num processo de retroalimentação estética em fluxo de passagens ininterruptas, corpo em aprendizagens/passagens/descobertas/trocas afetivas e conceituais.

Plantas, objetos, clima, temperatura, alimentos, manipulação de ervas, chás, uso de redes, esteiras, banhos...tudo operando para oportunizar um contexto intimista em cujo espaçotempo a intimidade fosse valorizada e assumida de forma individual, coletiva e criativa...o individual e o coletivo de sentimentos, sensações, pensamentos, linguagens produzindo e sendo conduzido por fontes de criação fílmica integrada à vida e suas matrizes inspiradoras em contato direto com a natureza e a vida diária sempre pulsante, em seu entorno.. 
A oficina se deu de forma gratuita, sendo realizada no quintal da performer Rosilene Cordeiro, no distrito de Icoaraci, onde no mesmo espaço a mesma vive seu projeto criativo mais recente #minhacasaresidencia, onde experimentea estados/fluxos/energias/trocas entre SER/ESTAR/FAZER/MOSTRAR-SE FAZENDO/PENSAR SOBRE processos performativos seu locus de pesquisa artistica e acadêmica, desde o ano de 2016. 

Os trabalhos ocorreram  entre os dias 05, 06 (vivências do quintal) 07 (culminando ações entre cinema+performance+intervenção urbana), 11 e 12 (processos de edição e montagem do material coletado e avaliação coletiva dos eventos), sempre no horário de 15h às 19h. 

Todas e todos foram bem-vindos, pois não existiam pré-requisitos, sendo o currículo de cada um/a  o seu desejo de participar, de 'estar-com', 'ser-com'.
Mateus Moura e Rosilene Cordeiro, companheiros de longa data, tem diversos trabalhos que envolvem cinema e performance, tendo na relação com o os ritos, os mitos, a religião e o cotidiano seus motes temáticos, assim como suas fontes de inspiração e mergulho. Esta foi a primeira vez, oficialmente, que realizaram uma oficina juntos.

O resultado do mutirão ocorreu como um ato público de oferenda à Yemanjá na Praia do Cruzeiro na noite de 7 de dezembro e a eternização em vídeo deste momento.

Participantes da oficina: Andréa Rocha, Beatriz Morbach, Bianca Levy, Hugo Caetano, Maryori Cabrita,  Rafael Lima, Seu Mário. 



Ministrantes

Mateus Moura Bolsista pela CAPES do Programa de Pós-Graduação em Artes - PPGARTES (UFPA) desde 2016, realiza no momento uma cartografia crítica sobre os filmes sob o signo Amazônia. Realizou mais de 50 oficinas e cursos em diversas instituições, é o atual diretor da produtora independente de filmes Maria Preta e mantém o canal de vídeos MATOU O CINEMA E FOI A FAMILIA.

Rosilene Cordeiro
Perform@triz, artevista e educadora 'povolar', pesquisadora independente de corpo
​ e performance em ampla moviment@ção socioespaçotemporal.
Mestranda no Programa de Pós-graduação em Comunicação, Linguagens e Cultura - PPGCLC (UNAMA-PA).
Integra o Grupo de Pesquisa Capital Social e  Cultural no Contexto Midiático Contemporâneo e Grupo de Pesquisa Arte Contemporânea na Amazônia: fluxos, redes e cartografias, ambos da Universidade da Amazônia; e Grupo de Pesquisa PERAU: Memória, História e Artes Cênicas na Amazônia, da UFPA. Professora de Teatro.

SERVIÇO

de 05, 06, 07, 11 e 12 de dezembro
das 15h as 19h
no quintal da Rosilene Cordeiro (
Travessa dos Berredos nº 503, entre São José de Ribamar e Ivan Leão - próximo ao Majela - Icoaraci)

INVESTIMENTO: GRATUITO

Participaram da oficina: 

"Seu Mário", Hugo Caetano, Bianca levy, Beatriz Bezerra, Alex Martins, Marjorie Cabrita. Andréa Rocha, Angelina Conceição.